Arquivo de novembro, 2009

Navegando atrás de informações para o novo livro de questões comentadas da FCC, achei uma informação bem interessante para o mundo dos concursos e dos concursandos. Trata-se de uma imagem simples, mas que mostra bem a evolução dos principais processadores da AMD e da INTEL.

A figura foi retirada do site GDH (Clube do Hardware) em um artigo sobre os processadores para os iniciantes. Vale a pena conhecer a evolução dos processadores porque sempre são cobrados em provas de concursos.

ÁRVORE DOS PROCESSADORES INTEL E AMD:

Abraço e até mais!

Ministério Público Federal de Roraima conseguiu liminar para suspender o concurso do Ministério do Planejamento

Mais uma vez a FUNRIO apronta. Foram feitas denúncias de irregularidades em Roraima (Boa Vista) e enquanto não forem apuradas fica suspenso o concurso para Analista do Ministério do Planejamento. A Justiça Federal concedeu liminar para suspender o andamento do concurso até que se apure o ocorrido.

 

No processo 2009.42.00.001952-2 há denúncias que houve violação do sigilo das avaliações e de quebra da isonomia já que algumas provas teriam sido enviadas por email e cartões de resposta via fax.

 

A liminar foi concedida devido às sérias denúncias feitas por participantes no dia da aplicação das provas (11/10), em escola da capital Roraimense. Os argumentos mais graves defendem que a organizadora enviou as provas por e-mail (por causa do atraso na entrega das mesmas) e os cartões de resposta via fax.

 

NOVO CONCURSO – TRE/BA

Publicado: 26/11/2009 em Uncategorized

TRE/BA abre 33 vagas e cadastro de reserva (Cespe)

  • Para Técnico, são oferecidas 24 vagas, enquanto que para Analista são nove vagas.
  • Já a remuneração mensal prevista para Técnico é de R$ 4.052,96 e para Analista de R$ 6.611,39.
  • Os interessados têm de 1.º a 22 de dezembro para se inscreverem no endereço eletrônico www.cespe.unb.br/concursos/tre_ba2009.
  • As taxas de inscrição são de R$ 55,00 e R$ 75,00, de acordo com o nível de formação.
  • As provas objetivas e discursivas acontecem na data provável de 21 de fevereiro de 2010.
  • As provas objetivas e discursivas serão aplicadas nas cidades de Barreiras, Feria de Santana, Ilhéus, Juazeiro, Salvador e Vitória da Conquista. As provas de apanhamento taquigráfico e de capacidade física serão realizadas em Salvador.

A seleção dos candidatos será por meio de provas objetivas, incluindo provas discursivas para os concorrentes a Analista, ambas de caráter eliminatório e classificatório. Somente para os cargos de Analista Judiciário na especialidade de Taquigrafia e de Técnico Judiciário na especialidade de Segurança Judiciária haverá fases eliminatórias, respectivamente, de prova prática de apanhamento taquigráfico e capacidade física.

VAGAS:

Cargo ANALISTA JUDICIÁRIO (9 vagas + cadastro de reserva)

ÁREA: ADMINISTRATIVA 1 vaga

CONTABILIDADE: Cadastro de Reserva
ANÁLISE DE SISTEMAS: 1 vaga
ARQUITETURA: Cadastro de Reserva
ASSISTÊNCIA SOCIAL: Cadastro de Reserva
BIBLIOTECONOMIA: Cadastro de Reserva
ENGENHARIA CIVIL: Cadastro de Reserva
MEDICINA (CLÍNICA MÉDICA): 1 vaga
ODONTOLOGIA: Cadastro de Reserva
PSICOLOGIA: Cadastro de Reserva
TAQUIGRAFIA: Cadastro de Reserva

ÁREA: JUDICIÁRIA 6 vagas

Cargo TÉCNICO JUDICIÁRIO –

ÁREA: ADMINISTRATIVA – 20 vagas.

TÉCNICO JUDICIÁRIO – CONTABILIDADE: Cadastro de Reserva
TÉCNICO JUDICIÁRIO – ELETRICIDADE E TELECOMUNICAÇÕES: Cadastro de Reserva
TÉCNICO JUDICIÁRIO – MECÂNICA: Cadastro de Reserva
TÉCNICO JUDICIÁRIO – SEGURANÇA JUDICIÁRIA: 2 vagas
TÉCNICO JUDICIÁRIO – ENFERMAGEM: Cadastro de Reserva
TÉCNICO JUDICIÁRIO – HIGIENE DENTAL: Cadastro de Reserva
TÉCNICO JUDICIÁRIO – OPERAÇÃO DE COMPUTADORES: 1 vaga
TÉCNICO JUDICIÁRIO – PROGRAMAÇÃO DE SISTEMAS: 1 vaga

Outras informações: http://www.cespe.unb.br/concursos/tre_ba2009/arquivos/ED_1_2009_TRE_BA_ABERTURA.PDF

Bons estudos!

As Unidades de Medidas
As unidades de medida na Informática utilizam o Byte (B) como unidade básica, porém, quando o número de Bytes é “grande” utiliza-se outras unidades de medida ou múltiplos do Byte, são eles:
Quilobyte (KB)
1.024 (210) Bytes
Megabyte (MB)
1.024 KB
1.048.576 (220) Bytes
Gigabyte (GB)
1.024 MB
1.048.576 KB
1.073.741.824 (230) Bytes
Terabyte (TB)
1.024 GB
1.048.576 MB
1.073.741.824 KB
1.099.511.627.776 (240) Bytes
Petabyte (PB)
1.024 TB
1.048.576 GB
1.073.741.824.MB
1.099.511.627.776 KB
1.125.899.906.842.624 (250) Bytes
Exabyte (EB)
1.024 PB
1.048.576 TB
1.073.741.824 GB
1.099.511.627.776 MB
1.125.899.906.842.624 KB
1.152.921.504.606.846.976 (260) Bytes
Zettabyte (ZB)
1.024 EB
1.048.576 PB
1.073.741.824 TB
1.099.511.627.776 GB
1.125.899.906.842.624 MB
1.152.921.504.606.846.976 KB
1.180.591.620.717.411.303.424 (270) Bytes
Yottabyte (YB)
1.024 ZB
1.048.576 EB
1.073.741.824 PB
1.099.511.627.776 TB
1.125.899.906.842.624 GB
1.152.921.504.606.846.976 MB
1.180.591.620.717.411.303.424 KB
1.208.925.819.614.629.174.706.176 (280) Bytes
Xentabyte (XB)
1.024 YB
1.048.576 ZB
1.073.741.824 EB
1.099.511.627.776 PB
1.125.899.906.842.624 TB
1.152.921.504.606.846.976 GB
1.180.591.620.717.411.303.424 MB
1.208.925.819.614.629.174.706.176 KB
1.237.940.039.285.380.274.899.124.224 (290) Bytes
Wektabyte (WB)
1.024 XB
1.048.576 YB
1.073.741.824 ZB
1.099.511.627.776 EB
1.125.899.906.842.624 PB
1.152.921.504.606.846.976 TB
1.180.591.620.717.411.303.424 GB
1.208.925.819.614.629.174.706.176 MB
1.237.940.039.285.380.274.899.124 224 KB
1.267.650.600.228.229.401.496.703.205.376 (2100) Bytes

Normalmente os concursos públicos se contentam em pedir o conhecimento das cinco primeiras unidades, ou seja, estude, compare e compreenda as unidades Byte, Kilobyte, Megabyte, Gigabyte e Terabyte.

É Byte demais para um único dia não é?

SUSPENSO O CONCURSO PRF

Publicado: 26/11/2009 em Uncategorized

Desta vez é o concurso da PRF que está com grande possibilidade de ser anulado…

A Justiça Federal do Rio de Janeiro concedeu liminar suspendendo o concurso da Polícia Rodoviária Federal atendendo uma Ação Civil Pública que foi proposta pela Defensoria Pública da União, tendo em vista a possibilidade de fraude, a falta de organização e problemas de segurança ocorridos no Rio de Janeiro.

Veja a decisão liminar da juíza federal Regina Coeli Formisano:

Ingressa a Defensoria Pública da União, perante este Juízo, requerendo Medida Cautelar para suspensão do concurso, em andamento, para o cargo de Policial Rodoviário Federal, no qual já foi realizada a primeira prova, alegando, em apertada síntese, o seguinte:

1 Fraude na elaboração da primeira e única prova;

2 Realização, por alguns candidatos da prova em salas extras e em outros casos divergências em relação ao local desta;

3 Dificuldade dos candidatos do Rio de Janeiro, designados para fazer prova no Instituto Celso Lisboa, localizado na zona de conflito entre policiais e traficantes, que resultou no abatimento de helicóptero da Polícia Militar no dia que antecedeu o concurso, havendo atrasos não tolerados, por conta da negativa por parte de motoristas em transitar pelo local, além de fiscalizações de trânsito (blitzes), localizadas nas imediações, criando engarrafamentos e impossibilitando candidatos de alcançar a sala de provas.

Acompanha a exordial, diversos documentos às fl. 27 e seguintes com denúncias diversas, ocorrências policiais e representações junto ao Ministério Público Federal e pela OAB.

É o resumo do necessário.

Sem adentrar as demais irregularidades, fixo-me, primeiramente na questão das denúncias de fraude no referido concurso.

De acordo com as informações trazidas às fls. 27 e seguintes, em razão das denúncias de fraudes apresentadas, pelo Exmo. Magistrado Willliam Douglas, o Ministério Público Federal instaurou inquérito para a sua apuração.

Ainda, no referido documento, consta a informação de que a própria fundação organizadora do concurso, diante de tantas denúncias, decidiu, sponte própria, eliminar 27 candidatos, incluindo 24 que tiveram a aprovação provisória questionada, o que induz a concluir pela confissão de que teria, efetivamente, ocorrido as fraudes noticiadas, sendo que tal denúncia fora inicialmente distribuída à Procuradoria de Niterói, que a redistribuiu à Capital, alegando que:

A quantidade e a gravidade de erros, de suspeitas, de dúvidas a respeito da correção, da lisura do concurso são suficientes para demonstrar que a única solução adequada é a sua anulação¿.

Tais fatos já seriam mais do que suficientes para a concessão da Medida vindicada, mas, a questão é muito maior.

As denúncias de tratamento não isonômico, desumano, com informações confusas de local de realização de prova, além de um edital equivocado com possibilidade de mais de uma inscrição por candidato, já modificado pela ação do Ministério Público Federal, fartamente comprovadas nos autos, levam este Juízo à conclusão de que, em homenagem aos princípios da isonomia, da boa-fé, da transparência, da confiança, que devem pautar os atos da Administração Pública, o concurso precisa ser suspenso para que se possa apurar com profundidade as irregularidades apontadas, para que, ao fim, se possa decidir ou não pela anulação da primeira prova do Concurso, a fim de que não haja maiores prejuízos para aqueles que, acreditando na lisura do certame, inscreveram-se, alguns com enormes dificuldades financeiras, outros com enorme dedicação e horas de estudo.

Não vamos sequer mencionar a questão da violência que ocorrera horas antes na cidade do Rio de Janeiro, dificultando o acesso de alguns candidatos, por ser uma questão local, mas que não está de todo relegada, porque a Isonomia e o Edital do concurso, aplicam-se a todo o Brasil e, portanto, se um dos entes federativos encontrou obstáculos para a realização de suas provas, já seria motivo suficiente para que se considerasse o certame contaminado pelo vício de ilegalidade, conforme prevêem as normas do Edital nº 01/2009, da DPRF, precisamente no item 9.2.2.

Posto isto, e ainda calcada no Poder de Geral de Cautela, previsto no art. 798, do Código de Processo Civil, e em sede de Medida Precária, defiro a liminar vindicada, para determinar a suspensão do certame, regulamentado pelo Edital nº 01/2009 – DPRF, de 12 de agosto de 2009, para o Cargo de Policial Rodoviário Federal.

Oficie-se ao Ministério Público Federal, para que encaminhe a este Juízo, cópia do inquérito instaurado para a apuração das fraudes ora apontadas.

Intime-se a Defensoria Pública da União para que, em face das prevenções apontadas à fl. 78, instrua o presente com cópia das iniciais ali mencionadas.

P.I.

O número do Processo é 2009.51.01.026337-9 e pode ser conferido na página da Justiça Federal do Rio de Janeiro.

A Funrio já havia suspenso o concurso por pedido do Ministério Público Federal para evitar divulgações de novos resultados, mas desta vez é decisão judicial, decisão judicial não se discute, se cumpre.

Tenho esperança que alguém vai olhar pelos concursandos deste país e realmente tomar providências para expurgar falcatruas e irregularidades dos certames públicos.

O que você acha da FUNRIO?

AUDITOR-FISCAL DO TRABALHO – MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO

ESAF 2003

Analise as seguintes afirmações relativas à liberdade dos usuários de um Software livre.
I. A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades, exceto alteração no código-fonte.
II. A liberdade de executar o programa, para qualquer propósito.
III. A liberdade de utilizar cópias de modo que se possa ajudar outros usuários, sendo vedada a redistribuição.
IV. Aquele que redistribuir um software GNU poderá cobrar pelo ato de transferir uma cópia ou poderá distribuí-las gratuitamente.

Indique a opção que contenha todas as afirmações verdadeiras.

a) I e II

b) II e III

c) III e IV

d) I e III

e) II e IV

COMENTÁRIOS:

Gabarito: Letra E, Itens II e IV estão certos:
O item I está errado porque é possível alterar o código-fonte, veja a Liberdade 0;
O item III está errado porque é possível redistribuir o software, veja a Liberdade 2;

Software livre ou free software (FLOSS – do inglês Free/Libre Open Source Software): Segundo a definição criada pela Free Software Foundation é qualquer programa de computador que pode ser usado, copiado, estudado, modificado e redistribuído, em geral, sem restrições.
Veja a definição da pelo Governo Federal (www.softwarelivre.gov.br):
Software livre, segundo a definição criada pela Free Software Foundation é qualquer programa de computador que pode ser usado, copiado, estudado, modificado e redistribuído com algumas restrições. A liberdade de tais diretrizes é central ao conceito, o qual se opõe ao conceito de software proprietário, mas não ao software que é vendido almejando lucro (software comercial). A maneira usual de distribuição de software livre é anexar a este uma licença de software livre, e tornar o código fonte do programa disponível.
Veja outra definição (RIBEIRO, Daniel Darlen Corrêa. Software Livre na Administração Pública.):
Software Livre é o software disponibilizado, gratuitamente ou comercializado, com as premissas de liberdade de instalação; plena utilização; acesso ao código fonte; possibilidade de modificações/ aperfeiçoamentos para necessidades específicas; distribuição da forma original ou modificada, com ou sem custos”.
São softwares com código fonte aberto, ou seja, com seus códigos de criação disponíveis ao usuário para que qualquer pessoa possa modificá-los e adaptá-los às suas necessidades e o resultado de aperfeiçoamentos desse software pode ser liberado e redistribuído para outros usuários, sem necessidade de permissão do fornecedor do código original. Os softwares livres dão livre acesso aos seus códigos-fontes e são regidos pelas quatro leis básicas da liberdade definidas pela Free Software Foundation:
  • LIBERDADE 0: A liberdade de utilizar ou executar o software para qualquer propósito, para fins pessoais ou comerciais, para uso doméstico, corporativo, educacional e etc. Pode-se usar em qualquer sistema computacional (o software livre pode rodar em sistemas operacionais proprietários), seja em um ou em cem computadores, veja a liberdade nº2.
  • LIBERDADE 1: A liberdade de estudar como o software funciona, posto que o código-fonte (código utilizado para a criação do software) está disponível, logicamente sem o código-fonte não haveria tal liberdade. Esta liberdade também envolve a liberdade de modificar o código-fonte e adaptá-lo as necessidades específicas de cada usuário – veja a terceira liberdade.
  • LIBERDADE 2: A liberdade de copiar ou redistribuir cópias do software. Não há limitação para a criação de cópias de um software livre, a forma como o software livre é licenciado garante a possibilidade de duplicação sem ônus financeiro e sem necessidade de autorização do autor. Filosoficamente esta liberdade está relacionada á expansão do software livre e à possibilidade de ajuda ao próximo.
  • LIBERDADE 3: A liberdade de modificar e aperfeiçoar o programa e, claro, tornar as modificações ou implementações disponíveis para a utilização por todos os usuários.
Ao final a questão menciona a licença do tipo GNU, veja algumas informações pertinentes:
  • Licença GNU/GPL (Licença pública geral): É a designação da licença para software livre idealizada por Richard Stallman no final da década de 1980, no âmbito do projeto GNU da Free Software Foundation (FSF). É a mais conhecida por ser utilizada no núcleo ou kernel do sistema operacional Linux. Tem como característica o fato de só permitir a redistribuição se for mantida a garantia de liberdade para os futuros usuários do software, há quem diga que é uma licença “viral”, isto é, se for utilizado um código-fonte de um software que possui esta licença, automaticamente o novo software estará contaminado, ou seja, o seu código também deverá ser GNU. No caso da licença GPL, a fonte deve ser disponibilizada em local de onde possa ser acessado, ou deve ser entregue ao usuário, se solicitado, sem custos adicionais (exceto transporte e mídia). Exige a distribuição do código-fonte das versões modificadas, ou seja, impede que o software livre seja integrado a um software proprietário. Por esta restrição pode ser chamada de licença não permissiva.
Por fim, quanto à exploração comercial citada no Item IV, veja:
A licença do tipo software livre não proíbe a exploração comercial do software, ou seja, não é proibido vendê-lo, porém, o comprador tem direito de revender ou distribuir gratuitamente, o que em teoria torna a venda sem sentido. Também é bom lembrar que adaptações e melhoramentos ao código-fonte podem (ou não) ser registrados como software comercial (veja licenças permissivas e não-permissivas). Várias empresas já utilizam o software livre fazendo modificações e cobrando por estas modificações específicas no software. Também é possível ter lucro com software livre em treinamentos e suporte técnico e outros valores agregados que podem ser explorados comercialmente.
André Alencar dos Santos
Parte do material foi extraído do Livro Informática Descomplicada: Teoria e Exercícios para concursos públicos. 4ª edição – ed. Grancursos.

CONCURSO DO TRIBUNAL DE CONTAS DE SÃO PAULO

CARGO: Agente de Fiscalização Financeira

APLICAÇÃO: 2008


IV. A licença de uso de software denominada OEM é uma das melhores formas para o adquirente comprar softwares, como se estivesse adquirindo na loja o produto devidamente embalado, pois a negociação pode ser feita pela quantidade, o que garante boa margem de economia no preço do produto.

 

COMENTÁRIOS:

Licença OEM: OEM vem de Original Equipment Manufacturer e representa licenças que vem junto ao hardware. Associa-se, no caso de softwares, à ideia de que o produto é vendido sem caixa porque são comprados em grande quantidade e não se embala para reduzir os custos de armazenamento, estocagem e etc. O objetivo é reduzir o valor quando comparados aos produtos vendidos em caixa.

Exemplo: Quando se compra computadores novas que já vem com o Windows XP/Vista/7 pré-instalados.

Vê-se que a questão é FALSA porque fala que o usuário estaria comprando o produto “devidamente embalado”, mas há afirmações corretas quando se refere à economia associada à aquisição em grandes quantidades.

 

Até o próximo!